Hanuka, muito resumido

‘Hanuka

A festa de ‘Chanuka comemora um milagre que se refere a parte oculta, ao “óleo” da Tora. É por este motivo que suas luzes são acesas justamente no momento em que o sol se põe, iluminando assim a escuridão do exílio. Muito mais, esta luz faz desaparecer a revolta contra D’us no mundo e transforma a matéria a fim de preparar a libertação futura.
A festa de ‘Chanuka marca a vitória contra os Gregos, que lutaram contra a forma do serviço de D’us transcendendo qualquer lógica e implicando submissão. Em oposição a aceitação dos preceitos lógicos não os chocavam. Eles glorificavam um serviço de D’us baseado na compreensão, mas não podiam admitir que fizéssemos abstração de nossa própria pessoa, que nos submetêssemos. Foi ainda uma tal atitude pela qual os judeus se revoltaram.
Foi por este motivo que os gregos eurent à coeur de devolver o óleo impuro. Este se refere à parte oculta, a essência. Os gregos contestavam a existência daquilo que eles não percebiam por seu sentido.
‘Chanuka segue diretamente Yud Teth Kislev, dia da libertação do Rabbi Shnéor Zalman das prisões tsaristas e Rosh Hashana da ‘Chassidut. Esta proximidade no tempo não é por acaso. Ela destaca a ligação entre duas datas diretamente ligadas a parte profunda da Tora.
Os Sábios dizem a propósito da festa de ‘Chanuka: “suas luzes nunca desaparecerão”. Em cada geração, elas iluminam o exílio e transformam a escuridão em claridade.

Hanuka, muito resumido